Começa-se a pensar em gaivotas como pensava-se em ortografia planetária.
Não entende-se quando a chuva cai e organiza os laboratórios em ordem anti-alfabética, também não entende-se o individualismo da artimanha francesa, já que Chico Buarque usa creme dental estereotipado.
Bruno dizia que quando chovia, fazia tempo que não havia assumido seu lado egocêntrico natural e inocente de persuasão.
Ariane dizia que ao ver flores, sempre havia alguma coisa sempre coisa.
Já Alberto, pois bem, Alberto já havia havido, pena que sua percepção do cotidiano matemático simples não era difundido com a pesquisa bio-hidráulica das cascas da bananeira, de fusão muito menos.
Suzane dizia. Ela dizia.
É interessante quando dizemos que as coisas continuam a fluir como coisas que fluem.
Não seria um pouco contraditório dizer que libélulas esvoaçantes não fazem parte do novo plano de governo do partido liberal da extrema esquerda, não nessa, mas sim na rua seguinte?
Realmente é estupendo, pois quando o sentimento atinge fios de alta tensão, os vaga lumes continuam a levar suas vidas como sempre levaram. Vivem como vivem, sempre em uma rotina de exercício contínuo de sabedoria anglo-açoriana contraditória.
Minha avó já dizia... "Explica-se o incompreensível quando compreende-se o inexplicável"
Em parte ela tinha razão, pois nem eu sei onde fica avenida Gustavo Albuquerque, muito menos quando aviões constroem carboidratos +anti-oxidantes.
Por fim, não digo apenas que digo, não com a certeza de dizer, mas com ela absoluta de que dizer não é apenas certeza, mas sim como que tão absoluta ela, quanto certeza pode.
Então, Por que foges?
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Um comentário:
Eu fujo de formigas, insetos estranhos, ARANHAS, velhos tarados, pedreiros e calor.
:]
uhauahauha
Beijinhos loira gatona
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